Julia, apesar de ter apenas doze anos de idade, aparentava ter treze, pelo seu jeito.
Enquanto arrumava suas roupas e alguns brinquedos, pensava em mil coisas. Pensava em como ia aproveitar o inverno com a sua avó. Ela adorava viajar para visitá-la. As duas não faziam muitas coisas juntas, mas ela gostava mesmo assim. Mas sempre teve um certo receio. Sempre desconfiou um pouco da avó, mas sem motivo algum. Sua avó era como ela: gostava de desafios. E adorava sonhar. Quando sonhava, se sentia tão feliz, que gostaria de permanecer sonhando a vida inteira. Mas, como vive dizendo sua mãe, não podemos sonhar a vida toda. Sonhos são apenas sonhos, não se realizam. Sua mãe, diferente de sua avó, sempre foi mais “insensível”, e mais “realista”. Talvez porque perdeu o pai logo cedo. Mas, se pensarmos por este lado, a avó de Julia também perdeu o marido e não se tornou uma pessoa tão arrogante como sua mãe. Mas Julia sabia que, apesar de tudo, sua mãe era uma boa pessoa. Ela podia até ser insensível, um tanto egoísta às vezes, pessimista demais... Mas mesmo assim, era uma boa pessoa. Nunca ousou desejar mal algum a ninguém. Julia sabia disso melhor que todos.
Quando terminou de arrumar as roupas, fechou a mala e a colocou numa cadeira de madeira que havia em seu quarto. Trocou de roupa e foi dormir. Sua mãe,como de costume,mais tarde resolveu abrir a porta do quarto para desejar uma boa noite à menina. Aproximou-se à cama, e deu um beijinho bem delicado na testa de Julia. A mãe de Julia, Srª. Lanah, não sabia que, sempre que fazia isso, Julia ainda estava acordada. Mas ela nunca acordava e retribuía o beijo e o “boa noite”. Ela sempre ficava quieta para não estragar o momento. Gostava muito de sua mãe.
Lanah saiu do quarto sorrindo, feliz por ter sua filha, sua casa, sua vida. Feliz por existir. Foi para o quarto, apagou as luzes, aproximou-se à cama, pensou em sua mãe e em sua filhinha que agora dormia. E nessa onda de pensamentos, acabou fechando os olhos. Ela dormia.
Julia estava dormindo,deitada confortavelmente em sua cama. Até que teve um sonho. Um sonho bem estranho...
Ela estava em uma casa no meio da floresta. Uma casinha bem velha,de madeira. Parecia abandonada. Aquele lugar também não parecia ser uma floresta. Tudo estava meio destruído. Julia sempre foi muito curiosa, então decidiu vasculhar a casa. Ela estava sentada num sofá velho e com um cheiro um tanto desagradável. Ela se levantou e foi em busca de algo. Ela só não sabia o quê.
E foi aí que ela viu um quadro. Ele tinha uma moldura que parecia ser de ouro. Um ouro bem velho. Mas não foi a moldura de ouro que atraiu Julia. E sim a bela pintura. Pintura que retratava uma moça de cabelos lisos,bem negros. Julia se perdeu na escuridão dos cabelos da garota.
CONTINUA,CONTINUAAA *-*
ResponderExcluirATT,ATT
AUHUAHUAHUAHUAHUA
TAH MUITO FODA! TO CURIOSA GURIA! ESCREVE LOGO TCHÊ
HUAHAUHAUHUAHUA VOU PARAR DE TE APRESSAR!
MT BOM TRABALHO,TÁ NOTA 10!
MAS QUERO VER A CONTINUAÇAO T-T
AHUHAUAHUAHUA
FLW,BJO
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirpreciso ver a continuação! att att! kkk tá muito dez! continue assim *w*
ResponderExcluirah,e adorei a idéia d ter colocado fairy tale pra tocar kkkk
ahh posta no TR amr!!
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